Cuidar da saúde com amor e alegria!

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23/04/2016

Não Se Esqueça De Mim


Perfeita!

Uso excessivo de redes sociais está associado a depressão



O uso de redes sociais é um fenômeno global e em franco crescimento devido, principalmente, ao aumento do acesso a internet e a popularização dos "smartphones".

Estima-se que cerca de dois bilhões de pessoas no mundo utilizam redes sociais.

A utilização destes recursos tecnológicos, sem dúvida, facilita a vida cotidiana das pessoas na medida em que permite uma comunicação interpessoal mais rápida e amplia o acesso a informação. Por outro lado, a observação de que o uso das redes sociais pelas pessoas tem se tornado excessivo, não seguindo um padrão de necessidade e mostrando, inclusive, características de adição (vício), vem gerando preocupações sobre possíveis impactos que este comportamento possa produzir no bem-estar físico e mental dos indivíduos.

Um estudo recente, publicado na revista Depression and Anxiety, procurou avaliar se existe alguma associação entre intensidade de uso das redes sociais e depressão. A depressão é uma doença de alta prevalencia, que acomete todas as idades, sendo uma das maiores causas de incapacidade nos países desenvolvidos. Múltiplos fatores contribuem para o desencadeamento da depressao e há um interesse crescente sobre o quanto o uso excessivo das redes sociais pode influenciar o bem-estar psicológico.

O estudo envolveu 1787 adultos com idades entre 19 e 32 anos. O tempo total de uso das redes sociais foi computado e a depressao foi avaliada por meio de um sistema de informação com uma escala de depressão. Os dados coletados foram submetidos a tratamento estatístico, que indicou uma robusta associação entre a intensidade do uso das redes sociais com depressão.

Este tipo de estudo, no entanto, não permite que seja estabelecida uma relação de causa e efeito. Estes resultados tanto podem indicar que o uso excessivo das redes sociais pode contribuir para a depressão, como podem sugerir também a forte possibilidade que pessoas que já apresentam sintomas de depressão estão mais propensas a usar mais as redes sociais.

Mesmo que fosse este o caso, entretanto, ficar mais tempo nas redes sociais não ajudaria a diminuir os sintomas de depressão. Além disso, o fato dos resultados apresentarem uma curva dose-resposta (quanto maior o uso das redes sociais proporcionalmente maior foi o grau de depressão) fala a favor da primeira possibilidade, sem no entanto torná-la conclusiva.

Respostas mais definitivas a esta questão só serao possíveis com a análise de um conjunto maior de estudos, o que certamente acontecerá em um futuro próximo.

Até lá o uso parcimonioso das redes sociais parece ser a atitude mais prudente.

Descobriram que a vacina da Gripe é um veneno mortal?"


Esta mensagem anda a circular pela Internet portuguesa, sob o título: “Eu não tomaria a vacina H1N1 pelo simples risco do síndrome GBS”– Neurologista Britânico. Ao que tudo indica, a vacina da gripe é mesmo um VENENO MORTAL!

Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndrome de Guillian-Barre, a síndrome que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndrome, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhões de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. 

Esta síndrome ataca diretamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte. Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema. 

Médicos, farmacêuticos e meios de comunicação continuam a mentir sobre mercúrio em vacinas. A grande mídia abandonou completamente a ciência na sua propaganda para impulsionar a vacina contra a gripe, deixando inteiramente de mencionar qualquer um dos riscos associados às vacinas. De acordo com quase todas as histórias publicadas na grande mídia, vacinas contra gripe oferecem uma quase certa proteção contra a gripe enquanto tem risco absoluto zero (o risco nunca é mencionado). 

“Não há ensaios controlados” Chocantemente, na própria bula admite que ela nunca foi submetida a ensaios clínicos científicos: “Não houve estudos controlados que demonstrem adequadamente uma diminuição na doença influenza após a vacinação com Flulaval “, afirma o folheto informativo em minúsculo texto (que ninguém lê). 

Ela também diz: “A segurança e a eficácia de Flulaval não foram estabelecidas em mulheres grávidas, lactantes ou crianças ” E ainda em todos os lugares , há uma farmácia Walgreens, CVS ou Wal-Mart promovendo vacinas contra a gripe para as mulheres grávidas. A mesma inserção que admite essa vacina nunca foi provada ser segura em crianças ou mulheres grávidas também admite abertamente que ela contém produtos químicos neurotóxicos. 

Se tomas vacinas contra gripe, estás a ser envenenado por charlatães! Sabemos também que as vacinas contra a gripe contêm produtos químicos neurotóxicos e metais pesados ​​em concentrações alarmantes. Isso é facto científico irrefutável. Sabemos também que não há forma “segura” de mercúrio assim como não existe forma segura de heroína. Todas as formas de mercúrio são altamente tóxicos quando injetados no corpo (acetato, metil, orgânico, inorgânico). Partilha esta história com os teus amigos e familiares, espalha a verdade! 

Via: muitofixe.pt

19/04/2016

Preciso dizer que te amo


Perfeito!

Microcefalia: Visão Espírita


Paz e Luz!

HIV Hoje


Saúde!

Homossexuais e Doação de Sangue


Saúde!

Por que os casos de H1N1 chegaram mais cedo em 2016


Não bastasse os casos de zika, dengue e chikungunya, agora o aumento do número de casos de pessoas contaminadas com a gripe H1N1 — que já provocou 46 mortes em todo país, sendo 30 só no Estado de São Paulo — também vem chamando a atenção.

Segundo a diretora médica da farmacêutica Sanofi Pasteur, Lucia Bricks, uma das hipóteses relaciona essa situação a fenômenos climáticos como o El Niño (que influencia movimentos migratórios das aves, traz mais chuvas e calor). Assim, doenças que ficavam concentradas em determinadas épocas do ano, especialmente nos meses inverno, passam a acontecer em qualquer período.

“A última vez que o vírus H1N1 circulou forte por aqui foi em 2013. Em 2014 e 2015 ele não foi o vilão, tanto é que não foi comentado nem exposto como está sendo agora. As vacinas do ano anterior até sobraram. Então, quando o vírus fica um pouco ausente e depois reaparece, ele infelizmente ‘faz a festa'”, explicou no Simpósio Internacional de Atualização em Influenza, que aconteceu no final de março em SP.

Para se ter uma ideia, estimava-se que em 2016 o pico da doença aconteceria na semana 28, em meados de julho. “Começou antes e chama atenção o número de mortes. Entretanto, eu não posso dizer qual é a cepa que vai dominar, nem qual a intensidade de ação dos vírus”, afirma a especialista.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) sempre atualiza em sua página como está a circulação dos vírus A e B em cada país. Já no final de 2015 começou a chamar atenção a reemergência do H1N1, a mesma cepa pandêmica de 2009. “A média global é 80% dos vírus tipo A e 20% do B, com suas diferentes linhagens. Mas claro, isso varia”, afirma Bricks. A partir desse sistema de vigilância e levando em conta a alta capacidade de mutação do vírus da gripe, a OMS também atualiza duas vezes por ano as recomendações sobre qual deve ser a composição das vacinas. Por isso, uma pessoa que se imunizou na campanha passada não necessariamente estará imune neste ano. As doses que vão proteger a população contra os vírus do inverno de 2016 serão A/California (H1N1), A/Hong Kong (H3N2) e B/Brisbane.

O Ministério da Saúde concordou em antecipar a distribuição das doses no Estado de São Paulo, onde o número de mortes chegou a 42 no final de março. A partir do dia 08/04, serão vacinados os profissionais de saúde, e a partir de 11/04, idosos, crianças entre 6 meses e 5 anos, gestantes. Já os doentes crônicos, um dos públicos que mais necessitam ser vacinados, por conta das complicações que podem ocorrer com a gripe, serão vacinados a partir no dia 18.

Uma questão de extrema importância e que deve ser levada em consideração é em relação à vacinação de uma faixa etária um pouco mais ampla. Os chamados adultos jovens (entre 40 e 50 anos) com doenças crônicas vêm sendo os mais atingidos pela doença. Seja por falta de informação ou por qualquer outro motivo, indivíduos portadores de doenças como HIV, diabetes, lúpus, cardiopatias, obesidade mórbida e problemas pulmonares, acabam não sabendo que devem se vacinar e ficam expostos. “Não se deve esperar a confirmação do teste da gripe, que demora mais de seis dias, para entrar com os antivirais”, alerta a médica.

Prevenção

Antes mesmo de os sintomas aparecerem, os indivíduos contaminados já estão transmitindo os vírus. Tosse e espirro são formas eficazes de o vírus se propagar, pois nesses momentos partículas que contêm o vírus podem percorrer cinco metros de distância a uma velocidade de 150km por hora. Porém, a transmissão também pode se dar simplesmente ao falar perto de uma pessoa, de uma distância de até 2 metros. Atenção: máscaras comuns não barram as micropartículas.

Portanto, além da imunização (redes privadas estão cobrando cerca de R$170 a dose), é de extrema importância lavar frequentemente as mãos, utilizar lenços e colocar a mão na boca ao tossir e espirrar. Procure assistência médica ao perceber os primeiros sinais de febre alta, acima de 38º, 39º (tenha sempre um termômetro em casa), dor muscular, de cabeça, de garganta ou nas articulações.

Transexuais Femininas Precisam Fazer Exame de Próstata?


Existe alguma recomendação específica para exames de rastreamento para câncer de próstata para este grupo?

As mulheres transexuais são submetidas por tempo indeterminado a um tratamento hormonal que bloqueia a testosterona e estimula o estrógeno (para crescimento das mamas, por exemplo). Dessa maneira, por conta dos hormônios, a próstata (que não é retirada durante a cirurgia de mudança de sexo) para de crescer. De modo bem grosseiro, o tratamento serviria como uma espécie de “proteção” contra o câncer de próstata. Como esse órgão tende a aumentar com a idade: "hiperplasia",  multiplicação benigna das células prostáticas), o risco de câncer fica bem diminuído por conta da reposição hormonal. São raríssimos, na literatura médica, os casos de câncer de próstata nesse grupo.

Então, o exame de toque e de dosagem de PSA não são necessários para as mulheres trans?

Se elas fazem acompanhamento médico periódico e a reposição hormonal corretamente, não existe nenhuma recomendação formal para realizar o exame. O exame de toque não faz parte da avaliação de rotina. Na verdade, são necessários outros tipos de prevenção para essas pacientes.

Quais?

Por exemplo, a prevenção contra trombose, cujo risco se torna elevado por conta dos hormônios. Digo isso porque muitas pacientes acabam ingerindo hormônios de maneira indiscriminada, pois desejam ver um resultado rápido. Uma fala para a outra que determinado medicamento é bom e elas passam a se automedicar, o que pode trazer uma série de consequências graves. A reposição aumenta também o risco de câncer de mama, por isso a importância de realizar periodicamente ultrassom e mamografia. Doenças no fígado também são muito comuns nessas pacientes, então é necessário realizar regularmente exames relacionados ao funcionamento hepático. É importante ter uma vida saudável seguindo recomendações básicas gerais de não consumir muito álcool e praticar atividade física regularmente.

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