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13/12/2015

Por que o paciente com Lúpus deve evitar exposição solar?


O lúpus é um doença inflamatória e crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva. Uma das recomendações cruciais dos reumatologistas aos pacientes é o cuidado em relação à exposição solar.

O que se sabe é que cerca de 30% a 40% das pessoas que têm a doença apresentam maior sensibilidade aos raios ultravioletas, que, muitas vezes, geram o surgimento de novas lesões na pele e crises de atividade do lúpus (o sol, nesse caso, funciona como gatilho).

Basta notar que quando o paciente fica exposto à luz solar por horas seguidas e sem proteção, sua pele fica avermelhada (no rosto, são visíveis lesões com o formato de asa de borboleta). Isso ocorre porque o sol promove uma reação imunológica no organismo, tornando a pessoa com lúpus extremamente fotossensível.

“Orientamos que os pacientes com a doença sempre utilizem bloqueadores solares fator 30 quando saírem às ruas. Mesmo se o dia estiver nublado, é preciso usar o produto. O importante é impedir que surja o processo inflamatório; quando a pele já está avermelhada e com certo prurido, é sinal de que a inflamação já começou”, destaca Eduardo Borba, professor doutor de reumatologia da USP.

Mas atenção: a exposição solar desencadeia uma reação inflamatória que pode afetar não apenas a pele, mas estruturas como articulações, cérebro e rins. Dessa maneira, a exposição à luz do sol pode comprometer todos os órgãos envolvidos na doença. 

O paciente com lúpus pode frequentar a praia, mas é necessário um cuidado redobrado com o corpo. Veja as orientações do dr. Eduardo:

* Sempre utilize bloqueadores solares com fator mínimo de proteção número 30. Reaplique a cada duas ou três horas, com antecedência de 15 a 30 minutos antes da exposição ao sol. Lembre que os raios UV são mais intensos entre 10 e 15 horas;

* A dica é passar o equivalente a uma colher de chá de protetor no rosto, braços e pescoço;

* O uso de óculos escuros, com 99% a 100% de proteção, ajuda a prevenir problemas na região dos olhos que podem afetar os portadores de lúpus. Não se esqueça de utilizar chapéus, principalmente se estiver na rua, praia ou campo;

* A prática de atividade física é muito importante para controlar e estabilizar a doença, além de fornecer resistência aos portadores. Dica: se você for adepto de caminhada ou corrida, saia cedo de casa. Evite exposição solar depois das 10 da manhã.

11/05/2013

Espirro


Quando alguma substância estranha ( vírus, pólen, poeira, ácaros, entre outros) entra nas vias respiratórias, o organismo faz de tudo para expulsá-la. Um dos meios que ele encontra para isso é o espirro: o nervo trigêmio (nervo craniano responsável pelas sensações e controle motor da face) identifica a irritação e “informa” o cérebro da presença de corpos estranhos no nariz, fazendo com que os músculos das costas e do abdômen se contraiam, provocando a saída violenta do ar.

Algumas pessoas afirmam que sentem vontade de espirrar quando olham para a luz; isso tem uma explicação científica, pois o nervo trigêmio está bem próximo do nervo óptico. Ao receber um aviso para contrair as pupilas para evitar a exposição excessiva dos olhos à luz, o cérebro pode “confundir” a informação e provocar o espirro. Essa proximidade entre o trigêmio e o óptico também é responsável por fazer com que fechemos os olhos ao espirrar.
A velocidade do ar expelido durante o espirro pode chegar a até 160 km/h. Por causa dessa velocidade e da quantidade de micro-organismos presentes no muco, muitas doenças são transmitidas pelo espirro, entre elas a gripe e o resfriado comum


21/12/2012

O que fazer depois de uma relação sexual sem proteção?


Nas relações sexuais sem proteção, seja porque a camisinha não foi usada ou porque se rompeu durante a penetração, é maior o risco de ocorrer uma gravidez não planejada e, o mais assustador, o risco de infecção por agentes das doenças sexualmente transmissíveis.

Nesses casos, não adianta se desesperar. Existem medidas de prevenção que podem ser adotadas após uma relação desprotegida. Aqui, vamos nos concentrar na transmissão do HIV e deixar a discussão de outras DSTs para uma segunda oportunidade.

Depois do contato sexual, o HIV pode levar até 72 horas para conseguir atravessar a superfície dos genitais, vencer as defesas naturais do corpo e finalmente infectar a pessoa. Esse período pode representar uma janela de oportunidade terapêutica, pois existem alguns remédios contra o HIV que podem bloquear a infecção. O uso dessas medicações após contato sexual de risco recebe o nome de Profilaxia Pós-Exposição, também conhecida pela sigla PEP (do inglês, Post Exposure Prophylaxis).

Qual é a ideia? O remédio chega nos genitais antes do estabelecimento da infecção. Vários estudos em animais e evidências em estudos clínicos apontam que se trata de uma medida eficaz. De fato, já aplicamos esse conceito em outras situações semelhantes. Por exemplo, quando um profissional de saúde se acidenta com uma agulha contaminada, adotamos o mesmo princípio de prevenção e o profissional recebe os remédios contra o vírus no prazo de 72 horas.

O que utilizamos? Os mesmos medicamentos indicados para tratar os portadores do vírus da AIDS. Por quanto tempo? A recomendação atual é que sejam mantidos por 28 dias. Evidentemente, quanto mais cedo a pessoa iniciar PEP, menor a chance de contrair o HIV. No entanto, se a relação ocorreu há mais de 72 horas, a medicação deixa de produzir efeito e não é mais indicada.

Quem teve uma relação sexual sem proteção deve procurar os Serviços Ambulatoriais de Atenção Especializada em HIV e Aids (SAE) ou os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Os endereços desses serviços em cada região estão disponíveis no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde ou na página de serviços da Agência de Notícias da AIDS.

Cada caso deve ser avaliado individualmente. O risco de infecção pode variar de acordo com as circunstâncias em que se deu a relação: quem foi o/a parceiro/a, qual foi o tipo de relação, se houve penetração vaginal ou anal, se houve ejaculação ou não, há quanto tempo e quantas vezes aconteceu. Além disso, como as medicações podem causar efeitos colaterais – principalmente náuseas, vômitos, diarreia, tontura ou interações com remédios que a pessoa já usa – é fundamental que um médico com experiência no assunto avalie se a PEP é realmente necessária e faça o acompanhamento do paciente com novas consultas e exames laboratoriais.

Uma relação sem proteção pode também servir para nos relembrar da importância da camisinha: o uso do preservativo é sempre a maneira mais eficiente para proteger contra o HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Não se esqueça da proteção! cuide-se...

04/10/2011

Silicone salva vida de mulher esfaqueada


Uma mulher russa sobreviveu a um ataque - que teria sido fatal – graças a seu implante de silicone.

A notícia saiu no jornal Moskovskij Komsomolets, de Moscou, que não identificou a vítima, mas disse que ela levou uma facada durante uma briga com seu marido.

A estocada teria atingido o coração da mulher, porém, a faca ficou presa no implante esquerdo e o golpe causou apenas um ferimento leve.

A russa disse que foi o marido agressor quem pagou pelos implantes, cinco anos atrás.

Depois do ataque, o implante foi trocado.

O marido também foi.

Fonte: Esquisitices

abçs,


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