Cuidar da saúde com amor e alegria!

Cuidar da saúde com amor e alegria!
Mostrando postagens com marcador mercúrio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercúrio. Mostrar todas as postagens

02/06/2015

Vacina da Gripe e Mito do Mercúrio

O boato já é antigo e surgiu na época da pandemia da gripe H1N1, em meados de 2009. Entretanto, a cada nova campanha de vacinação contra gripe, promovida anualmente pelas secretarias de saúde , em geral no mês de maio, pipocam nas redes sociais boatos afirmando que a vacina da gripe contém mercúrio e que, portanto, pode causar autismo. 

Comentários desse tipo, além de gerar desinformação entre a população, causam um problema sério de saúde pública. Segundo a dra. Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), não é só a vacina contra a influenza que contém mercúrio (timerosal): esse mesmo conservante é utilizado em outras vacinas, como na tetravalente, indicada contra difteria, tétano, coqueluche e meningite, e na tríplice viral, vacina contra caxumba, rubéola e sarampo, desde 1930. 

“Mas é importante dizer que o mercúrio não faz mal à saúde, não é tóxico. Temos garantia de que é seguro, pois o utilizamos há décadas e sem nenhum prejuízo para a população. É usado para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente na hora da punção repetida no frasco multi-dose”, diz a médica. A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml. 

Em seu site, a Fiocruz aponta que a OMS (Organização Mundial da Saúde) defendeu o conservante para o uso em vacinas, baseando-se em estudos que concluíram não existir evidências de contaminação em crianças ou adultos expostos ao mercúrio, e que as vacinas que contêm essa substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo, pois este é expelido rapidamente e não se acumula em caso de repetidas injeções.  
A associação entre autismo, mercúrio e vacinas, ainda segundo Ballalai, surgiu com a publicação de um artigo científico na revista “Lancet” (um dos mais importantes periódicos sobre saúde do mundo) no ano de 1998, no qual o médico inglês Andrew Wakefield associou o aumento do número de crianças autistas com a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Isso foi o suficiente para que pais assustados deixassem de vacinar os filhos. Entretanto, alguns anos depois, descobriu-se que o médico, na verdade, recebia pagamentos de advogados em processos por compensação de danos vacinais. A própria revista “Lancet” foi obrigada a se retratar, mas o mal já estava feito. 

“Foi um escândalo, pois foi um trabalho forjado, com dados forjados e que gerou um estrago enorme, pois muitas pessoas deixaram de vacinar os filhos por conta disso”, lamenta a especialista. 

Em tempo, a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza (gripe), que inicialmente terminaria hoje (22/05/2015), foi prorrogada até o dia 5 de junho em todo território nacional. Dessa maneira, pessoas que perderam o prazo terão mais uma semana para buscar a imunização.

11/10/2011

Cebola e urucum amenizam efeitos nocivos do mercúrio ao organismo


Metal pode causar danos à memória e provocar abortos espontâneos. 
Condimentos como cebola e urucum podem reduzir os efeitos nocivos do mercúrio ao organismo, segundo experimentos feitos com populações ribeirinhas do Pará, realizados pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com o pesquisador Gustavo Rafael Mazzaron Barcelos, a exposição ao mercúrio acontece principalmente devido ao consumo de peixes. A substância é altamente tóxica e provoca danos cerebrais, como perda de memória, e genéticos, podendo causar abortos espontâneos. 
Os experimentos foram conduzidos in vitro, com cultura de células de hepatoma humano, e in vivo, com ratos Wistar. As análises avaliaram o dano genético por meio do ensaio do cometa e alterações de parâmetros bioquímicos relacionados ao estresse oxidativo induzidos pela exposição ao metal. 
— Em ambos os experimentos, registrou-se uma redução significativa dos danos no material genético e do restabelecimento dos parâmetros relacionados ao estado redox das células — comenta Barcelos. 
Segundo o pesquisador, o estudo comprovou o efeito dos compostos isolados quercetina, bixina e norbixina, presentes na cebola e no urucum, na proteção contra a exposição ao metal. De acordo com ele, a partir dessa observação, é possível desenvolver um trabalho de orientação para o aumento no consumo desses alimentos.
Fonte

Leia, Estude, Pesquise e
CUIDE-SE!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...