Enfermeiros são anjos na Terra!
A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes! Florence Nightingale
Cuidar da saúde com amor e alegria!
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14/10/2015
16/05/2015
09/09/2014
11/09/2012
Ética de Enfermagem
A Comissão de Ética de Enfermagem - CEE - pactuada no Termo de Gestão celebrado entre a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) foi empossada hoje (10) pela presidente do Conselho Regional de Enfermagem
(Sesab) , Maria Luiza de Castro Almeida. No evento, na sala de reuniões da unidade, a coordenadora administrativa, Zolândia Conceição, representou a diretora do Cedeba, Reine Chaves, contando também com a presença de profissionais de Enfermagem e a diretora técnica, Débora Mello.
A presidente do COREN/Ba destacou que a posse do CEE, além formalizar um compromisso de acompanhamento e suporte entre o Conselho e a Comissão, visa fortalecer sua atividade finalística, que é a fiscalização. O COREN-Ba quer fazer com que isso se faça realidade também nas Câmaras Éticas, para que as Comissões eleitas sejam agentes transformadores e atuantes.
A CEE tem como função a fiscalização do exercício profissional, a educação e o atendimento às consultas pelos profissionais da enfermagem da instituição que representam. A função de fiscalizar visa a garantia da legalidade dos profissionais da enfermagem que trabalham nos diversos setores da unidade; a função educativa objetiva o desenvolvimento profissional e a função consultiva atende às demandas dos profissionais de enfermagem sobre o exercício legal da profissão e questões éticas a serem apuradas.
Eleita no último dia 3 de setembro, a CEE é formada por membros efetivos e suplentes - profissionais enfermeiros e técnicos de enfermagem - eleitos após processo eleitoral. Compõem a CEE as enfermeiras, Alessandra Souza Silva (COREN-Ba 59773), Iara Jaciene Lima Melo (COREN-Ba 51.568), Luciene Costa de Albuquerque Rocha (COREN-Ba 30.787), Márcia Carvalho Rufino Lima (COREN-Ba- 49.306), Márcia Mello Mattos Shaw da Silva (COREN-Ba 38.023), Sheyla Cristina Braga Ferreira Gouveia (COREN-Ba- 47.372).
Integram ainda a CEE as técnicas de Enfermagem Andrea Sanches Ferreira (COREN-Ba 259.876-TE), Anete Maria Reis dos Santos Silveira (COREN-Ba 260.503-TE), Maria das Dores Ramos Mendes COREN-Ba 26.003-TE), Maria Gidalva Barbosa da Silva (COREN-Ba 419.646-TE).
E você, como anda em relação à ética?
Local:
Jequié - BA, Brasil
19/05/2012
EVENTOS DE ENFERMAGEM
II SINFORGEDS - Seminário Internacional de Informação para a Saúde
Data Inicio:
Seg, 21/05/2012 (Dia inteiro)Acontece no período de 21 a 23 de maio de 2012, o II SINFORGEDS - Seminário Internacional de Informação para a Saúde, promovido pela Universidade Federal do Ceará. O evento tem como objetivo promover discussões e ações que permitam aos profissionais das Áreas de Saúde, ciência da informação, informática, gestão e demais interessados em conhecer e incorporar as tecnologias eletrônicas da informação e da comunicação no âmbito da representação indexal. Mais informações podem ser obtidas através do telefone: (85) 3366-7702 / 3366-7696 / 3366-7600 ou pelo e-mail: iisinforgeds@gmail.com
Alfenas:MG
XXIII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia
Data: 22 a 25/05/12
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: RJ
Local: Centro de Convenções Sul América
Investimento: Vide site
Período Inscrição:
Trabalhos Científicos (prazo): 22/03/2012
Contato:
Telefone: (51) 3028-3878
Organização: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG
E-mail: congressos@ccmeventos.com.brSite: www.cbgg2012.com.br
X Jornada Paranaense de Enfermagem em Cardiologia
Data: 25/05/12
Cidade: Curitiba
Estado: PR
Local: Expo Unimed Curitiba
Investimento: Vide site
Período Inscrição:Até 27/04/12
Trabalhos Científicos (prazo): Até 12/03/12
Contato:
Telefone: (51) 3061-2959
Organização: Sociedade Paranaense de Cardiologia
E-mail: recepcao@abev.com.brSite: www.abev.com.br/paranaense2012
Observações:
Neste evento acontecerá o XXXIX Congresso Paranaense de Cardiologia
IV Jornada Interdisciplinar de Geriatria e Gerontologia
Tema Central: Gerenciamento da Saúde do IdosoData: 26/05/12
Cidade: São Paulo
Estado: SP
Local: IEP - Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês
Investimento: Vide site
Período Inscrição:Até 21/05/12
Trabalhos Científicos (prazo):
Contato:
Telefone: (11) 3155-0200
Organização: Hospital Sírio Libanês
E-mail: secretaria.iep@hsl.org.brSite: www.hospitalsiriolibanes.org.br/ensino
Se puder...participe!
29/04/2012
Atenção humanizada no processo do nascimento
O processo que envolve o nascimento é um evento marcante e natural, acompanhado por diversos aspectos culturais e visto como um dos momentos mais expressivos da vida. O parto costumava ser um evento íntimo, realizado em domicílio, geralmente envolvendo apenas mulheres e com o apoio constante da família. No século XX, no Brasil, especificamente na década de 40, com a justificativa de reduzir a taxa de mortalidade materna e perinatal, o processo do nascimento foi institucionalizado (BRASIL, 2001).O parto passou a ser considerado uma área de atuação médica, retirando o domínio da condução da gestante e entregando-o aos profissionais (KITZINGER, 1996). Isto fez com que com que o processo do nascimento deixasse de ser privativo e familiar, e se tornasse público, possuidor de regras, normas e rotinas (BRUGGEMANN et al, 2005).Este modelo de atenção medicalizada perdura até os dias de hoje e torna o Brasil um país com um dos mais altos índices de cesáreas no mundo e com práticas obstétricas intensamente intervencionistas, que não asseguram a saúde da gestante e da criança no parto que possui a mulher como protagonista.
Para tentar reverter às consequências geradas pela institucionalização do nascimento, dentre elas o afastamento da relação familiar, a tensão e o medo das gestantes frente a um procedimento normatizado e realizado tecnicamente, bem como minimizar a mortalidade materna, reduzir riscos e assegurar o respeito à cultura da gestante, foram desenvolvidas ações que visam assistir ao parto de uma forma diferenciada (BRUGGEMANN et al, 2005 e BRASIL, 2001). Surge, então, o conceito de atenção humanizada.Humanizar o processo do nascimento é utilizar conhecimentos, práticas e atitudes para a promoção de um parto saudável à gestante e ao bebê. Envolve ações como a transmissão de informação, a individualização da paciente, considerando que é um momento único e diferente para cada mulher, estabelecer relacionamento interpessoal, facilitar a presença do acompanhante, dentre outros (BRASIL, 2001).A presença do acompanhante é um direito da gestante garantido pela Lei n. 11.108, de 7 de abril de 2005, que obriga os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), da rede própria ou conveniada, a permitirem a presença de um acompanhante escolhido pela parturiente durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato (BRUGGEMANN et al, 2005). Na prática, a vigência da Lei não garante sua implementação e por ser uma conquista relativamente recente, necessita da reorganização dos serviços de saúde e dos profissionais que vivenciam essa prática, os quais podem exercer resistência (BRUGGEMANN et al, 2007).Visto a necessidade de adaptação em decorrência de alterações relevantes no atendimento ao momento do parto, consideramos que além das mudanças físicas e nas concepções dos serviços de saúde, é imprescindível que haja a divulgação e o preparo da população frente a essa perspectiva de assistência à parturiente. Afinal, a mulher é ativa em seu trabalho de parto e deve conhecer o processo pelo qual está passando e os direitos e escolhas que possui neste momento.Ainda, consideramos que mulheres preparadas, juntamente com seus acompanhantes, vivenciam de forma adequada este processo complexo que envolve o nascimento. E para que os profissionais da saúde possam promover um ambiente adequado é necessário que busquem conhecimento e novas formas do pensar/fazer a assistência à parturiente.Texto escrito pelas monitoras do Programa Proficiência Gisele Cordeiro Castro e Vanessa Evelyn de Mello
Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher/ Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área Técnica da Mulher. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
BRUGGEMANN, Odaléa Maria; PARPINELLI, Mary Angela; OSIS, Maria José Duarte. Evidências sobre o suporte durante o trabalho de parto/parto: uma revisão da literatura. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.21, n.5, out. 2005.BRUGGEMANN, Odaléa Maria; OSIS, Maria José Duarte; PARPINELLI, Mary Angela. Apoio no nascimento: percepções de profissionais e acompanhantes escolhidos pela mulher. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v.41, n.1, fev. 2007.
KITZINGER S. Mães: um estudo antropológico da maternidade. Lisboa: Editorial Presença; 1996.
Cuidadores de Idosos
A Enfermagem é uma profissão bastante antiga e caracterizada por ter seu foco no ser humano. Nós, enfermeiros, procuramos cuidar do paciente percebendo-o em sua totalidade e no meio em que está inserido, buscando a promoção da saúde.Na antiguidade, a enfermagem era realizada empiricamente, inicialmente, por pessoas leigas e posteriormente por religiosas.Atualmente, a profissão tem caráter científico e extremamente profissional. Para isto, estudamos cinco anos, fazemos especializações, mestrado e doutorado. Em nossa formação temos noções, além de anatomia e fisiologia, de sociologia, linguística, pesquisa, entre outras, mas principalmente de enfermagem.Nosso foco é prestar o cuidado ao paciente com qualidade e rigor técnico de atendimento. Por isso nos preocupa quando um jornal de grande circulação como o Santa publica em duas páginas (9 de abril), com o título Profissão: cuidador , uma reportagem sobre uma nova modalidade de atendimento de idosos. Sabe-se que a tendência do idoso é necessitar, cada vez mais, de cuidados especializados, pois sua saúde acaba por deteriorar-se, exigindo para tanto pessoal qualificado.Na condição de coordenadora de um Curso de Enfermagem, temos a responsabilidade de alertar a população leiga sobre o tema, uma vez que a contratação de um cuidador é geralmente informal e não amparada por lei nenhuma.Lembramos que para o atendimento de Enfermagem, independente da idade do paciente, temos três categorias profissionais habilitadas no Conselho Federal: o Enfermeiro, o Técnico de Enfermagem e o Auxiliar de Enfermagem, sendo todas reconhecidas pelo Ministério do Trabalho e regulamentadas pelo Conselho Federal de Enfermagem através da Lei nº 7498/86. Desta forma, busca-se oferecer à população em geral a segurança no atendimento, regida de acordo com os preceitos éticos e técnicos do exercício profissional, o que não acontece com os cuidadores.Fonte:SILVANA SCHEIDEMANTEL SCHROEDER|Enfermeira
**Não deixe os seus idosos sob os cuidados de leigos e pessoas de mau caráter. Procure alguém com conhecimento e idoneidade.
08/09/2011
O reconhecimento pela ANVISA sobre a prescrição medicamentosa do Enfermeiro
ANVISA reconhece a atribuição do enfermeiro sobre a prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde, conforme a Lei nº 7498/86.
Recentemente, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) encaminhou ofício solicitando a revisão da RDC nº 44/2010, que dispõe sobre o controle de medicamentos antimicrobianos de uso sob prescrição, solicitação acatada com a edição da RDC nº 20, datada de 05/05/2011.
Assim, com o art. 4º da RDC n° 20/2011, fica claro que a prescrição medicamentosa é de atribuição de todo e qualquer profissional regularmente habilitado, não se tratando, portanto, de ato exclusivamente médico.
Através desta Resolução da ANVISA, ficou estabelecido o que a legislação federal já previa, que o enfermeiro realiza prescrições de medicamentos pertencentes ao programa de saúde pública, tendo em vista também a relação de medicamentos certos e previstos no programa ou rotina da instituição.
Os gestores de cada unidade de dispensação não podem negar-se a fornecer o medicamento prescrito pelo enfermeiro, uma vez que este esteja vinculado a instituição que contenha programa, protocolos de saúde pública ou rotinas aprovada pela instituição de saúde, exemplo, Ministério da Saúde, Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde.
Nesta ordem de ideias, todo e qualquer cidadão que tenha sido atendido por enfermeiro em algum programa de saúde e esteja portando um receituário com pedido de medicamentos que prescreva antimicrobianos, não pode ter negado a venda ou entrega do medicamento pois a nova Resolução 20/2011 da ANVISA está em plena conformidade ao estatuído no artigo 11,II, “c” da Lei 7.498/86.
Fonte: portalcoren-rs.gov.br
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Piso salarial para enfermeiros recebe apoio de 17 deputados
O projeto de lei que institui piso salarial e carga horária para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem recebeu o apoio de 17 deputados durante audiência pública que discutiu a atuação da categoria, na quarta-feira. A informação é a deputada Valéria Macedo (PDT), autora da projeto, que fez ontem um balanço dos trabalhos.
Segundo Valéria Macedo, além de deputados estaduais, o vice-governador Washington Luiz (PT), que participou do debate, hipotecou apoio ao projeto.
O projeto institui carga horária de 30 horas semanais e 6 horas diárias para os profissionais da área de enfermagem. A proposta também fixa o piso salarial do enfermeiro em R$ 2.500, 50% desse valor (R$ 1.250) para os técnicos em enfermagem e R$ 1.000 para os auxiliares de enfermagem.
Durante a audiência, o deputado Bira do Pindaré (PT) anunciou que apresentará uma emenda ao projeto de lei, estendendo os benefícios para os profissionais de saúde do setor privado. A sugestão recebeu a aprovação da autora da matéria.
Fonte: jornalpequeno.com.br/
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22/07/2011
Desta vez foi Glicerina...
Mais uma vítima de enfermagem, desta vez no Ceará, onde uma técnica de enfermagem administrou glicerina intravenosa ao invés do soro.
Não podemos errar!
Sim, isto mesmo: NÃO PODEMOS ERRAR porque o nosso erro implica na morte de alguém. Alguns profissionais podem até errar porque os seus erros podem ser corrigidos sem levar alguém à sepultura. Mas NÓS ENFERMEIROS ,NÃO PODEMOS E NEM DEVEMOS ERRAR.
"Ah!, mas ela estava cansada porque deu plantão e dobrou serviço; porque arrumaram a medicação junto com outros produtos; porque isto e porque aquilo...e os argumentos se somam na vã tentativa de justificar o erro que NÃO DEVERIA TER OCORRIDO."
Se buscássemos lembrar que não podemos JAMAIS nos esquecer da regra dos CINCO CERTOS, estas coisas não aconteceriam.
Relembrando-os:
1- A medicação CERTA2- A dose CERTA3- A via de administração CERTA4- O paciente CERTO5- O horário CERTO.
Dá para errar se nós não esquecermos desta regrinha quando formos administrar medicações?!
E tem mais...
Nós aprendemos que ao pegarmos a medicação para ser administrada devemos LER o seu rótulo para ver se é realmente a medicação CERTA e verificar o prazo de validade.
Alguém pode dizer: Era uma situação de emergência!...
Sim! Existem as situações de emergência.
Eu mesma trabalhei no Pronto Socorro durante muitos anos e bem sei que estas situações existem, mas existem também os nossos deveres dentre os quais um, específico ao caso:SUPERVISIONARMOS O NOSSO SETOR E ISTO INCLUI AS MEDICAÇÕES EM USO DIÁRIO, ALÉM DOS EQUIPAMENTOS E TUDO QUE IMPLICA NA SEGURANÇA DO DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS QUE ALI ATUAM.
Quantos de nós fazemos isto?!
Quantos de nós chegamos mais cedo a fim de verificarmos se tudo está adequadamente posicionado e em funcionamento a fim de evitar-se o corre-corre de baratas tontas quando surge uma emergência e se necessita disto ou daquilo para o atendimento?
Em se tratando de medicações devemos, SEMPRE, verificar prazos de validade, retirar as que estão com prazo vencido ;verificar rótulos, alocando-as corretamente a fim de que não se misturem e não venhamos a administrar uma ao invés de outra apenas porque estava em local errado e a apresentação era parecida; observar possíveis sinais de deterioração mesmo com prazo a vencer, enfim, somos nós quem devemos fazer isto sem esperarmos pelo outro.
NÓS aqui, é aquele que É RESPONSÁVEL!
Vamos jogar no lixo a cantinela: "SÓ EU ARRUMO"...
Sim! só você arruma, e daí? Lhe dói ser responsável e impedir que a tragédia se instale ou lhe proporciona bem estar e paz de espírito?
Não nos nivelemos por quem não faz, exemplifiquemos e fiquemos com a nossa consciência tranquila pelo dever cumprido.
É PRECISO LEVAR A SÉRIO O NOSSO DESEMPENHO POIS ESTAMOS LIDANDO COM VIDAS.
bjs,soninha
30/06/2011
II Encontro do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco - II ENCENF
O Encontro do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco tem trazido temas inovadores.
Nesta segunda edição traz o slogan “Cuidar é preciso: Transpondo os limites do século XXI”, com o objetivo de integrar um grande elenco de atividades que objetivam criar, fomentar, inovar e ousar dentro da atuação da Enfermagem.
O evento será realizado no Centro de Convenções, entre os dias 20 e 22 de julho, e possui uma programação que instiga o profissional e o estudante de Enfermagem a debater amplamente sobre os temas propostos, afim de preparar a categoria a enfrentar e transpor desafios, através de palestras e mesas redondas conduzidas por profissionais de gabarito para falar sobre tais temas.
O foco parte de dois grandes eixos: o primeiro, o cuidar centrado na categoria profissional e o segundo, o cuidar com foco na prática profissional da enfermagem centrado nas pessoas e em seus direitos.
Fortes grandes eixos, considerados fundamentais para transpor os limites do século XXI. Esse tema em 2011 emerge em sinergia aos grandes avanços científicos e tecnológicos em um período revelador de um panorama social extremamente complexo e diversificado, onde o novo a cada dia, a cada instante se apresenta desafiador.
As inscrições estão abertas. Informações e inscrições no site: www.coren-pe.com.br
fonte:Lindo Nordeste
bjs,soninha
6º Congresso de Endocrinologia e Metabologia da Região Sul
Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul) - Florianópolis/ SC Florianópolis - Santa Catarina
Data: 07 a 09/07/2011
Período de Inscrição: até 27/06/2011
Prazo para envio de trabalhos científicos: até 10/05/11
Mais Informações: www.endosul2011.com.br
E-mail: faleconosco@endosul2011.com.br
Telefone: (48) 3322-1021
Realização: SBEM - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional de Santa Catarina
fonte: Bela Santa Catarina
bjs,soninha
3º SEPAGE - Seminário Paulista de Gestão em Enfermagem
São Paulo/ SP São Paulo - São Paulo
Data: 21 e 22 de julho de 2011.
A premissa básica da qualidade é a melhoria contínua. Diante disso, o COREN-SP realizará um encontro anual para promover a discussão e atualização sobre a gestão dos serviços de enfermagem.
As normas para inscrição de trabalhos na Sessão Pôster do 3º SEPAGE já estão disponíveis. A Sessão é aberta à participação de enfermeiros e os trabalhos devem trazer experiências de melhores práticas em Gestão de Enfermagem.
As inscrições para participar da Sessão Pôster são gratuitas. O autor deverá ler o regulamento, preencher a ficha de inscrição, o formulário de resumo do trabalho e encaminhá-los via internet até o dia 6 de Junho de 2011.PremiaçãoA divulgação dos resultados e premiação será realizada pelo coordenador da Comissão de Avaliação e ocorrerá ao final do evento. Os trabalhos premiados receberão uma inscrição nos eventos abaixo, de acordo com a ordem de classificação. Caso o trabalho classificado seja de autoria de um grupo, fica a critério deste o sorteio da inscrição.
1º LugarInscrição + Traslado + Hospedagem para o 14º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem - CBCENF – COFEN
2º LugarInscrição + Traslado + Hospedagem para o 63° Congresso Brasileiro de Enfermagem – ABEN
3º LugarInscrição + Traslado + Hospedagem para o II Forum de Enfermagem e Expoenfermagem – COREN-SP e AMB
Realização: Coren - SP
Mais informações pelo e-mail: pgq@coren-sp.gov.br
bjs,soninha
fonte: São Paulo
bjs,soninha
10º Congresso Brasileiro de Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e C.M.
Palácio das Convenções do Anhembi - São Paulo/ SP São Paulo - São Paulo
Data: 28 a 31/07/11
Prazo de envio de trabalhos científicos: 15/03 a 15/05/11
Mais Informações: www.sobecc.org.br
E-mail: sobecc@sobecc.org.br
Telefone: (11) 3341-4044
Realização: SOBECC - Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico
fonte: Eventos de Enfermagem
05/05/2011
O Relacionamento da Enfermagem com a Criança Hospitalizada
A maioria das crianças que adoecem ficam mais chorosas e agarradas aos pais. Se a sua patologia for tão grave a ponto de exigir uma hospitalização, seu quadro emocional tende a piorar, em função de encontrar-se afastada de sua casa, familiares e, principalmente, pelos procedimentos médicos e de enfermagem aos quais esta será submetida.
Na maior parte do tempo de hospitalização, a criança ficará restringida ao leito, submetida à passividade, cercada de pessoas estranhas e, para ela, más por trazerem a dor e o sofrimento. Dor esta representada por todas as agulhadas, cortes e outros procedimentos desagradáveis até mesmo para um adulto
.
É comum a ocorrência de mecanismos de regressão onde a criança retorna a uma fase anterior à de sua idade (SADALA, 1995). Como uma forma de defesa, pode ocorrer a recusa de alimentos sólidos, aceitando apenas papinhas e líquidos; uma diminuição do vocabulário; perda do controle de esfíncteres; além de ficar muito assustada.
Neste cenário a enfermagem precisa se inserir de maneira a tornar o mais agradável possível a estadia da criança no hospital. Gostaria de sensibilizar os profissionais da área de saúde para que consigam captar as reais necessidades das crianças com a maior paciência possível.
Para que o tratamento tenha êxito, num período menor de internação, é importante o estabelecimento de vínculo e confiança da criança com o profissional. Atitudes sinceras e verdadeiras, vendo a criança como um indivíduo que tem direitos e deveres, com certeza são fundamentais para o sucesso.
Não é perda de tempo! Familiarize a criança ao ambiente hospitalar, explicando as rotinas e procedimentos que serão realizados e o porquê de cada um, que poderá doer ou demorar, mas que você estará junto com ela para dar força e coragem. A mãe estando junto é importante que ela seja previamente informada e conscientizada para que assuma a mesma conduta. Ameaças do tipo: "se você não ficar quietinha vou chamar a enfermeira para te dar uma injeção!", ou "não vai doer, viu filhinho!" em nada contribuem para a cura e confiança da criança no profissional.
Possibilitar à criança um espaço para que ela possa expressar seus sentimentos à respeito das experiências traumáticas, assim como suas ansiedades, raiva e/ou hostilidade. Além disso, a doença pode trazer à criança sentimentos de culpa ou abandono, como se fosse um castigo por algo errado que ela cometeu (SEIBEL, 1992). Através de um relacionamento seguro e construtivo é possível uma atuação adequada da enfermagem, podendo ajudar a criança a lidar melhor com suas dificuldades.
A comunicação e o brinquedo terapêutico são recursos adequados que a enfermagem pode lançar mão, oferecendo a oportunidade da criança expressar-se verbalmente ou não (SIGAUD, 1996; SADALA, 1995). Ajuda a criança a lidar com diversas situações, como: "separação de pessoas significativas, procedimentos invasivos e/ou dolorosos, entre outras" (SIGAUD, 1996).
Um ambiente estranho e desconhecido pode trazer na cabeça da criança fantasias e imagens muito ruins da situação vivida (CHIATONE, _____). Concordo com a mesma autora quando ressalta "o quanto todos que ficam hospitalizados tornam-se despojados de seus aspectos existenciais para se tornar um objeto, um número de leito ou prontuário, uma síndrome ou órgão doente".
Acredito ser inadmissível, que em pleno século XXI, o atendimento à criança seja realizado sem se levar em conta que esta é um indivíduo, inserida num contexto familiar, e esta numa estrutura ainda maior, numa comunidade.
ELSEN e PATRÍCIO (apud SCHIMITZ, 1989) abordam os tipos de abordagem que uma instituição pode adotar em função de seus "valores, crenças pessoais e profissionais dos elementos que compõe a equipe de saúde e administrativa". Podendo, com isso, a metodologia da assistência de enfermagem ser centrada: na patologia da criança; na criança; ou na criança e sua família
.
Isso nos leva a confirmar que a:
"visão transcultural do desenvolvimento da criança nos leva a refletir que, embora as pessoas sejam dotadas do mesmo equipamento anatômico, a sua prática de vida varia em função do contexto em que vive. Ou seja, o fato de todas as pessoas serem fisicamente iguais, e terem a mesma arquitetura, não quer dizer que as utilizem do mesmo modo"( CABRAL, 1995).
A criança é fruto do ambiente que vive, ou seja, sua organização familiar irá influenciar sua experiências infantis e todo seu processo de socialização. Portanto "o trabalho de enfermagem que cuida de crianças deve respeitar as diferenças culturais existentes dentro dos grupos sociais, e sobretudo aliando-se ao estilo de cuidar da mãe que foi herdado culturalmente" (CABRAL, 1995). Assim consiguiremos obter o bem estar da criança e a segurança da mãe com as novas situações vividas
.
"É imprescindível que o saber científico não seja formado como dogma, refletir sobre isto permitirá uma melhor consecução do trabalho da enfermeira, em particular, e da enfermagem, em geral." (CABRAL, 1995)
Autora
Érika Cristina Jacob Guimarães Paixão
Dados Pessoais
* Data e local de nascimento: 15.07.74, na cidade de São Paulo-SP
* Formação Básica: Enfermeira Graduada pela Universidade
Estadual de Campinas e Aluna do Curso de Especialização
em Saúde Pública do Departamento de Medicina Preventiva
e Social da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP.
Cargos e atividades atuais
*Membro da equipe de trabalho responsável pela especialidade de Enfermagem em Saúde da Criança do projeto do Departamento de Enfermagem do Hospital Virtual Brasileiro, no Núcleo de Informática Biomédica da UNICAMP.
*Projeto desenvolvido com o apoio de uma bolsa de iniciação científica da FAPESP
Se você lida ou está pensando lidar com crianças no seu desempenho profissional, este texto é muito útil!
bjs,soninha
18/04/2011
Anotações de Enfermagem!
Sabemos que ao ser admitido como paciente internado num hospital,o ser passa a ser chamado paciente e,imediatamente os seus dados são registrados no prontuário.
O Prontuário designado errôneamente Prontuário Médico, digo errôneamente pois nele não se registra apenas dados referentes à Medicina, mas também os de Enfermagem, Serviço Social, Nutrição, Psicologia etc. em suma, trata-se de um registro multidisciplinar.
Histórico
Encontra sinais de sua existência desde a Idade da Pedra, dados foram gravados em murais e que, provavelmente, antecedem a 25.ooo anos antes de Cristo, um dos documentos mais antigos que se conhece é o papiro atribuído ao primeiro médico egípcio Inhotep , considerado o patriarca da medicina.
No Brasil, coube ao Hospital das Clínicas da faculdade de Medicina da USP em 1943, a iniciativa da implantação de um SAME. No entanto poucos hospitais contavam até a década de 60 com esses serviços de uma forma sistemática. Foi graças instituição de convênios com a Previdência social, na década de 70, e às exigências da mesma que se pode observar uma melhoria nos registros dos hospitais particulares.
Basicamente ele contém:
.Identificação individual, social;
· Origem do mal;(Etiologia)
· Diagnósticos provisório, definitivo e outros;
· Tratamento;
· Evolução;
· Relatórios;
· Resultado final.
O prontuário é um documento de grande valor para:
· O paciente
· Hospital
· Para a equipe de saúde
· O ensino e pesquisa.
. a sociedade
- Para o paciente: é útil, porquanto, os dados contidos, possibilitam um atendimento, diagnóstico e tratamento mais rápidos, eficientes e econômicos, sempre que houver necessidade de reinternação ou transferência de setores de outras especialidades.
- As anotações existentes podem dispensar ou simplificar interrogatórios e exames complementares, reduzindo o custo do atendimento e o tempo de permanência no hospital.
- Representa, para o paciente, o grande instrumento de defesa, em caso de possíveis prejuízos e de reivindicação de direitos perante o médico, o hospital e os poderes públicos.
- Para o hospital: a existência de bons prontuários,permite maior rotatividade de pacientes, baixando a média de permanência:
- Reduz o uso indevido dos equipamentos e serviços, evitando a repetição desnecessária de exames;
- O prontuário é o documento de maior valor para sua defesa contra possíveis acusações;
- Permite a qualquer tempo um conhecimento exato do tratamento feito e do resultado alcançado;
- Demonstra o padrão de atendimento prestado no hospital.
- Para a equipe de saúde: A equipe de saúde é o conjunto de todos os profissionais que mantêm contato com o paciente, visando sua recuperação. Se todos perseguem o mesmo objetivo, nada mais lógico do que agirem entrosados. O ideal,seria que a equipe atuasse em grupo na hora de discussão dos casos.Não sendo porssível, resta, como instrumento bastante eficiente de intercomunicação, o prontuário, por meio do qual os profissionais se intercomunicam, fornecendo informações dentro da própria especialidade . Assim, o prontuário é o grande fator de integração da equipe de saúde do hospital. Na medida em que um hospital progride, melhora também o serviço de prontuário.
- Para o ensino e pesquisa: possibilita o conhecimento de inúmeros casos com todas as variáveis antecedentes,concomitantes e conseqüentes da enfermidade.
-Facilita o estudo de diagnóstico e avaliação da terapêutica;
-E campo para pesquisa e fonte para os mais diversos dados estatísticos de incidências e prevalências, de morbidade e mortalidade;
-Tornar possível verificar e comparar as diferentes condutas terapêuticas e estabelecer uma análise comparativa da eficiência.
- Para a sociedade: os dados científicos obtidos através das pesquisas poderão gerar mecanismos de correção e/ou erradicação de situações de agravo à saúde.
O Serviço de Enfermagem deve estar atento aos seus registros a fim de que a continuidade do serviço prestado não sofra uma solução de continuidade.
- Muitas vezes cheguei para trabalhar e encontrei prontuários sem a checagem das medicações do turno anterior, gerando a dúvida se foram ou não administradas.
- Outras vezes havia registros de solicitações médicas que deveriam ser agilizados pela equipe de enfermagem e não havia registro se houve a agilização ou não .
- Procedimentos de enfermagem tipo uma lavagem intestinal, sem registro se houve ou não o retorno, aspecto, quantidade, odor etc.
E muitos e muitos registros imprecisos, vagos e incompletos.
É necessário que enfermagem esteja atenta, muito atenta até porque o prontuário poderá ser muito útil na eventualidade de alguma falha que possa vir a acontecer com relação ao paciente e o registro correto poderá dirrimir eventuais dúvidas.
Informação sobre o paciente por mínima que seja ,é sempre importante e devem ser rigorosamente registradas no prontuário, no relatório e na passagem de plantão devem ser citadas ao colega.
Sabemos que Enfermagem é assoberbada de tarefas e que escreve demais mas eu garanto que haverá tempo suficiente se soubermos planejar nossas atividades, ficarmos mais tempo frente a elas e menos tempo nos corredores e salas de encontro.
Vale a pena investir, afinal de contas trata-se de vidas humanas que dependem dos cuidados de outros seres humanos.
Ah! Não registrem anotações com lápis nem rasurem as registradas com caneta e lembrem-se que a caneta azul é para o turno diurno e a vermelha para o noturno. Nada de verdes...rosinhas...liláses...etc
Muito cuidado com a grafia e a ortografia, nada mais vergonhoso do que lermos uma anotação repleta de erros crassos e infantís. Se você nota não estar redigindo bem, faça um bom curso da Língua Portuguesa e peça a um(a) colega para lhe auxiliar na parte específica de Enfermagem.. Não temos obrigação de sabermos e dominarmos TUDO mas temos o DEVER de nos melhorarmos.
Muito cuidado com a grafia e a ortografia, nada mais vergonhoso do que lermos uma anotação repleta de erros crassos e infantís. Se você nota não estar redigindo bem, faça um bom curso da Língua Portuguesa e peça a um(a) colega para lhe auxiliar na parte específica de Enfermagem.. Não temos obrigação de sabermos e dominarmos TUDO mas temos o DEVER de nos melhorarmos.
bjs,soninha
29/03/2011
Venóclise:stevancoelho
Obs:na antissepsia utilize a bolinha de algodão
com álcool a 70% passando um lado
depois o outro e por garantia
maior ,devemos repetir o processo.
abçs
Enfermeira Muito Além do Dever
Conta A. J. Cronin, em sua obra, Pelos caminhos da minha vida, o exemplo de Olwen Davies, uma enfermeira que, aos 25 anos, recém-saída do seu curso prático de hospital, foi nomeada para o cargo de enfermeira visitante.
Apesar da recepção gélida que teve no lugarejo para onde foi mandada, ela se entregou entusiasticamente ao trabalho.
Com qualquer tempo, saía a pé visitando os doentes, subindo montes, e andando por caminhos desertos.
O médico da localidade era um mau profissional e tantos foram os desencorajamentos, que Olwen teve que lutar para vencer a tentação de demitir-se.
Quando uma violenta epidemia de febre tifóide atacou a pequena cidade, ela foi até o responsável pela saúde pública, a fim de receber instruções para combater a epidemia.
Irritado, ele a despachou, dizendo que o surto não era novidade. Os doentes seriam tratados e pronto. Era o que bastava.
A enfermeira colheu amostras da água de diversos poços artesianos, onde a população se abastecia, e encaminhou para análise laboratorial.
48 horas depois, um telegrama oficial dava contas de que o tifo tinha origem num determinado poço que abastecia a parte baixa da cidade.
O Centro de Saúde interditou o poço e a enfermeira sofreu protestos de toda ordem, por ter exorbitado dos seus deveres, metendo-se onde não devia.
No entanto, não apareceram mais casos de tifo e a epidemia foi cortada em tempo recorde. A opinião pública mudou e o povo lhe abriu as portas.
Uma comissão de moradores, ao final do ano, a presenteou com uma bicicleta. Agora, ela chegava mais rápido aos doentes mais carentes.
Por iniciativa própria, inaugurou uma Clínica para crianças e velhos, em um quarto alugado e pago com o seu dinheiro.
Quando lhe diziam que ela deveria estar ocupando cargos de diretoria em importantes hospitais, como algumas das moças que haviam se formado na mesma turma, ela respondia:
O meu lugar é este, onde me encontro. Prefiro trabalhar no anonimato, tratando de crianças e velhos carentes.
Certo dia, ela saiu em sua bicicleta para atender um chamado.
Em um trecho da estrada, foi de encontro a uma pilastra que havia caído atravessada. Olwen Davies ficou ali, toda a noite, sob o vento e a chuva.
Encontrada pela manhã, foi levada para o hospital de uma cidade maior. Ela havia fraturado a coluna vertebral.
Uma série de operações longas e complicadas, massagens e eletroterapia resultaram em nada. Nunca mais ela poderia andar.
A corajosa enfermeira não se abateu. Anos mais tarde, numa cadeira de rodas, o cabelo embranquecido, mais magra, as pernas cobertas por uma manta, mas ainda de uniforme, estava ela firme no trabalho a benefício do próximo.
Cercada pelos seus doentes, na maioria crianças, ela impelia com as mãos práticas as rodas da sua cadeira.
Quando as pessoas lhe perguntavam como se sentia, ela sorria, traduzindo alegria e bem-estar, e dizia:
Não está vendo? Estou ótima! Voltei ao trabalho e ainda sobre um par de rodas.
Recorda sempre da nobre aplicação dos valores de que dispões: a visão, a palavra, a audição, movimento, lucidez e tantos outros, distribuindo bênçãos entre os que conduzem um fardo mais pesado que o teu.
E lembra que O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo.
abçs
abçs
27/03/2011
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