Cuidar da saúde com amor e alegria!

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30/12/2013

"Superbactéria" está disseminada em frangos dos EUA, diz ONG


Cerca de metade dos peitos de frango crus examinados em uma amostra nacional nos Estados Unidos continham uma "superbactéria" resistente a antibióticos, disse uma entidade de defesa do consumidor na quinta-feira, defendendo limites mais rigorosos para o uso de medicamentos na criação de animais. 
Segundo a ONG Consumer Reports, que se apresenta como a maior organização mundial independente dedicada a testar produtos, pode ser difícil tratar pessoas que adoecerem após comerem frango contaminado com bactérias resistentes a antibióticos.

A entidade disse ter feito exames para seis tipos de bactérias em 316 peças de peito de frango cru, comprados no varejo em vários lugares dos EUA durante julho. Quase todas as amostras continham bactérias potencialmente nocivas.

Em 49,7 por cento da amostra havia uma bactéria resistente a três ou mais antibióticos, segundo a ONG. Em 11 por cento havia dois tipos de bactérias resistentes múltiplos antibióticos. A resistência era mais comum para os antibióticos usados para estimular o crescimento e tratar doenças das aves.

A Consumer Reports propôs que seja aprovada uma lei para restringir o uso de oito classes de antibióticos, que ficariam limitados a humanos ou a animais efetivamente doentes. A lei seria mais eficaz, disse o grupo, do que o plano da Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês), anunciado na semana passada, para a redução gradual nos próximos três anos do uso de antibióticos não medicamentosos em criações animais.

Além disso, o relatório propõe que o Departamento de Agricultura estipule níveis toleráveis das bactérias salmonela e campylobacter nos frangos e que autorize seus inspetores a proibirem a venda de carne de frango que contenha a bactéria salmonela resistente a múltiplos antibióticos.

O Consumer Reports recomenda cozinhar o frango a 73,8 graus Celsius para matar as bactérias, e usar uma tábua específica para cortar a carne crua, evitando assim a contaminação de outros alimentos.

19/08/2013

Anvisa interdita lote de ketchup Heinz após identificação de pelo de roedor

 
Primeira determinação havia sido feita pela Vigilância Sanitária de SP.Empresa afirma que lotes não estão mais em circulação no mercado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta segunda-feira (19) que um lote do ketchup da empresa Heinz deve ser interditado em todo o país. Uma portaria sobre o caso deve ser publicada no Diário Oficial da União em breve, de acordo com a assessoria do órgão.

O caso iniciou na sexta-feira (16), quando a Vigilância Sanitária de São Paulo determinou a interdição do lote com base em laudos que apontaram a presença de pelos de roedores no produto. A decisão da Anvisa acompanha a medida tomada pela vigilância estadual.

A agência "entendeu que cabe uma interdição nacional sobre o lote do produto", afirmou a assessoria de imprensa da Anvisa.

Fora de circulação

Em nota divulgada nesta segunda-feira (19), a Heinz Brasil afirmou que os lotes 2C30 e 2K04, importados pelo México em 2012, não estão mais em circulação no mercado. “A companhia está em total colaboração com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária para identificar alguma suposta desconformidade nesses lotes específicos”, diz o comunicado da empresa.

A Proteste Associação de Consumidores disse que, no fim de 2012, encomendou testes em amostras de ketchup da mesma marca que identificaram, por exame microscópico, a presença de pelos de animais. Em fevereiro, diante da divulgação do problema pela associação, a Anvisa determinou que os resultados deveriam ser confirmados por laboratório oficial.

04/01/2013

MOLUSCO CONTAGIOSO


O molusco contagioso é uma infecção da pele causada por um vírus que é encontrado em crianças, mas também em adultos. O molusco contagioso aparece como pequenas bolhas, que normalmente não causam qualquer dor.

O molusco contagioso pode ser passado através do contacto da pele ou do contacto de toalhas, panos e brinquedos infectados, etc. A infecção de molusco contagioso não é um perigo de saúde, mas deverá desaparecer no período entre os 12 e os 18 meses.
O aspecto do molusco contagioso

Na pele aparecem bolhas pequenas que são ou de cor rosa (ou algo parecido) ou de cor branca ou esbranquiçada. Cada bolha (molusco) parce-se com uma verruga, sendo arredondada, firme e com cerca de 1-5 milímetros de diâmetro.

Se você apertar o molusco, um líquido esbranquiçado irá sair dele. Na maior parte dos casos, aparecem menos de 20 moluscos em cada pessoa. Por vezes, muitos moluscos aparecem em várias partes da pele, aparecendo em grupos ou aglomerados. Qualquer parte do corpo pode ser afectado, mas é muito raro aparecerem moluscos contagiosos nas pamas dasmãos e nas solas dos pés.
Causas do molusco contagioso

O molusco contagioso é causado por um vírus que é passado através do contacto entre as peles, de pessoa para pessoa. Também se pode ficar infectado tocando em coisas que foram previamente contaminadas pelo vírus, como por exemplo toalhas, panos ou outros objectos que foram tocados por alguém que tenha molusco contagioso.

Assim que uma parte da pele seja infectada pelo molusco contagioso, uma vermelhidão pode propagar-se para outras partes da sua pele. No entanto, a maior parte das pessoas é imune ao vírus de molusco contagioso. Logo, a maior parte das pessoas que entrarem em contacto com pessoas infectadas não irão ter molusco contagioso.

O risco de se ter molusco contagioso aumenta por falta de higiene e em climas muito quentes. As infecções de molusco contagioso também são mais comuns em pessoas com o seu sistema imunitário fraco ou a não funcionar propriamente.

O molusco contagioso pode afetar qualquer pessoa de qualquer faixa etária. No entanto, 8 em cada 10 casos de molusco contagioso ocorrem em pessoas menores de 15 anos de idade. A maior parte dos casos acontece em crianças entre 1 e 4 anos de idade.
Como se desenvolve o molusco contagioso

O molusco contagioso (aquelas bolhas pequenas) desenvolve-se em 2-8 semanas depois de se estar infectado com o vírus. Normalmente, cada molusco contagioso dura por cerca de 6-12 semanas, forma uma crosta e depois desaparece.

No entanto, novas bolhas começarão a aparecer, pois foram passadas para outras áreas da pele. Logo, grupos de molusco contagioso poderão aparecer, levando vários meses para serem tratados e desaparecerem.

Normalmente levam 12 a 18 meses até que o molusco contagioso desapareça completamente. Ocasionalmente, a condição dura por muito mais que 2 anos, por vezes até mesmo 5 anos! Para algumas pessoas, a principal preocupação é que o molusco contagioso pode parecer feio. No caso das crianças, a maior parte não se incomoda com isto.
O molusco contagioso é sério ou perigoso?

O molusco contagioso normalmente não provoca comichão, não é doloroso nem uma infecção séria da pele. Ao contrário de alguns outras infecções da pele, com o molusco contagioso não se verificam cicatrizes, mas por vezes poderá deixar como que um pequeno buraco.

Em algumas pessoas, a pele poderá ficar mais clara onde o molusco contagioso apareceu. Por vezes, a pele próxima do molusco contagioso fica infectada com bactéria, podendo ser tratada com antibióticos. Em casos raros, o molusco contagioso numa pálpebra (do olho) poderá causar uma inflamação do olho (consulte um médico se vir que alguns sintomas dos olhos apareceram devido ao molusco).

Após um episódio de molusco contagioso ter desaparecido, deverá ficar imune ao vírus e quaisquer novas situações de molusco contagioso serão mais raras.

Se você tiver muitos moluscos contagiosos (nas suas centenas), ou o molusco for maior do que o normal, isso poderá ser um sinal de deficiência imunitária. Por exemplo, como consequência da quimioterapia ou infecção do vírus da SIDA. Se assim for, talvez seja melhor procurar uma ajuda especialista.
Prevenir a infecção de molusco contagioso

A hipótese de passar o vírus de molusco contagioso a outras pessoas é pequena e não é, de todo, séria ou perigosa. Como tal, não existe a necessidade de manter as crianças que sofrem de molusco contagioso fora da escola, ou afastadas das piscinas públicas, ginásios ou de outras crianças.

Para reduzir a hipótese de passar o vírus de molusco contagioso para outras pessoas, é recomendado não partilhar toalhas, panos, água de banho ou outros objetos que tenham sido tocados por pessoas com molusco contagioso.

Tente evitar também o contacto direto (entre peles) com outras pessoas (por exemplo, cobrindo a área afetada por molusco contagioso com roupa). Incentive as crianças a não coçarem o molusco, porque isto aumenta o risco de propagação a outras áreas da pele. O molusco contagioso é contagioso até que o molusco tenha desaparecido.

Tratamentos para molusco contagioso

Existem alguns tratamentos que podem ser usados para o molusco contagioso, no entanto até poderá nem necessitar de qualquer tratamento, uma vez que o molusco contagioso desaparece entre 12 a 18 meses. 
Nitrogênio líquido - este tratamento pode ser recomendado por um médico, se achar que lhe dará mais hipóteses de recuperação. Com nitrogênio líquido, as bolhas de molusco são congeladas em alguns tratamentos, para que não voltem a aparecer. Este tratamento é normalmente doloroso. 
Sprays e cremes - Alguns sprays e cremes podem ser obtidos sem receita médica nas farmácias ou nas grandes superfícies de comércio.

Produtos naturais -  também podem ser usados para ajudar a eliminar o molusco e o vírus com o passar do tempo. Normalmente, estes produtos naturais são usados diretamente na pele, para serem melhor absorvidos e tratarem a infecção mais rapidamente.

Por certo existirão muitas mais opções de tratamento do molusco contagioso do que as apresentadas acima, mas destas opções as mais populares são os sprays e cremes e, muito recentemente, os produtos naturais. Os produtos naturais são populares porque muitas pessoas viram-se agora para tratamentos alternativos que não possam causar efeitos secundários e que sejam mais acessíveis em termos de preço.


16/07/2011

Pediculose do Púbis


Conceito

Infestação da região pubiana causadas por um inseto do grupo dos piolhos e cuja única manifestação é o intenso prurido que causa. Por contiguidade pode acometer também os pelos da região do baixo abdome, ânus e coxas. Eventualmente acometem as sombrancelhas e cílios (por auto-inoculação). Os piolhos machos medem cerca de 1 milímetro e as femeas, maiores, 1,5 milímetros, sendo que seus ovos (lêndeas), medem em torno de 2 milímetros. O prurido (coceira) determinado pela parasitose é causado pela saliva do inseto, liberada ao sugar o sangue do hospedeiro.

Sinônimos
Ftiríase, Chato

Agente
Phtirus Pubis


Transmissão
Principalmente pelo contato sexual com pessoa infestada, podendo ocorrer também através do uso comum de vestimentas, toalhas, vasos sanitários etc.

Diagnóstico
Essencialmente clínico. Com o auxílio de uma lupa pode-se confirmar a presença dos ácaros ou de seus ovos.


Tratamento
Local, com bons resultados.

Prevenção
Escolha do(a) parceiro(a). Cuidados com a higiene corporal.

fonte: DST

abçs,

09/07/2011

Condiloma Acuminado Infecção por HPV


Conceito

Infecção causada por um grupo de vírus (HPV - Human Papilloma Viruses) que determinam lesões papilares (elevações da pele) as quais, ao se fundirem, formam massas vegetantes de tamanhos variáveis, com aspecto de couve-flor (verrugas).

Os locais mais comuns do aparecimento destas lesões são a glande, o prepúcio e o meato uretral no homem e a vulva, o períneo, a vagina e o colo do útero na mulher.Em ambos os sexos pode ocorrer no ânus e reto, não necessariamente relacionado com o coito anal.

Com alguma frequência a lesão é pequena, de difícil visualização à vista desarmada (sem lentes especiais), mas na grande maioria das vezes a infecção é assintomática ou inaparente, sem nenhuma manifestação detectável pelo(a) paciente.


Sinônimos

Jacaré, jacaré de crista, crista de galo, verruga genital.

Agente

Papilomavirus Humano (HPV) - DNA vírus. HPV é o nome de um grupo de virus que inclue mais de 100 tipos. As verrugas genitais ou condilomas acuminados são apenas uma das manifestações da infecção pelo virus do grupo HPV e estão relacionadas com os tipos 6,11 e 42, entre outros. Os tipos (2, 4, 29 e 57) causam lesões nas mãos e pés (verrugas comuns). Outros tipos tem um potencial oncogênico (que pode desenvolver câncer) maior do que os outros (HPV tipo 16, 18, 45 e 56) e são os que tem maior importância clínica.

O espectro das infecções pelos HPV é muito mais amplo do que se conhecia até poucos anos atrás e inclui também infecções subclínicas (diagnosticadas por meio de peniscopia, colpocitologia, colposcopia e biópsia) e infecções latentes (só podem ser diagnosticada por meio de testes para detecção do virus).


Alguns trabalhos médicos referem-se a possibilidade de que 10-20% da população feminina sexualmente ativa, possa estar infectada pelos HPV.

A principal importância epidemiológica destas infecções deriva do fato que do início da década de 80 para cá, foram publicados muitos trabalhos relacionando-as ao câncer genital, principalmente feminino.


Complicações/Consequências

Câncer do colo do útero e vulva e, mais raramente, câncer do pênis e também do ânus.

Transmissão

Contacto sexual íntimo (vaginal, anal e oral). Mesmo que não ocorra penetração vaginal ou anal o virus pode ser transmitido.

O recém-nascido pode ser infectado pela mãe doente, durante o parto.

Pode ocorrer também, embora mais raramente, contaminação por outras vias (fômites) que não a sexual : em banheiros, saunas, instrumental ginecológico, uso comum de roupas íntimas, toalhas etc.


Período de Incubação

Semanas a anos. (Como não é conhecido o tempo que o virus pode permanecer no estado latente e quais os fatores que desencadeiam o aparecimento das lesões, não é possível estabelecer o intervalor mínimo entre a contaminação e o desenvolvimento das lesões, que pode ser de algumas semanas até anos ou décadas).

Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico (anamnese e exame físico). Eventualmente recorre-se a uma biópsia da lesão suspeita.

Tratamento

Os tratamentos disponíveis são locais (cirúrgicos, quimioterápicos, cauterizações etc) e visam somente a remoção das lesões (verrugas, condilomas e lesões do colo uterino). As recidivas (retorno das lesões) podem ocorrer e são freqüentes, mesmo com o tratamento adequado.

Eventualmente, as lesões desaparecem espontaneamente.

Não existe ainda um medicamento que erradique o virus, mas a cura da infecção pode ocorrer por ação dos mecanismos de defesa do organismo.

Já existem vacinas para proteção contra alguns tipos específicos do HPV, estando as mesmas indicadas para pessoas não contaminadas.

Prevenção

Camisinha usada adequadamente, do início ao fim da relação, pode proporcionar alguma proteção. Ter parceiro fixo ou reduzir numero de parceiros. Exame ginecológico anual para rastreio de doenças pré-invasivas do colo do útero. Avaliação do(a) parceiro(a). Abstinência sexual durante o tratamento.

Em 2006 foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a utilização da Vacina Quadrivalente produzida pelo Laboratório Merck Sharp & Dohme contra os tipos 6,11,16 e 18 do HPV, para meninas e mulheres de 9 a 26 anos que não tenham a infecção. Esta vacina confere proteção contra os vírus citados acima, os quais são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero (tipos 16 e 18) e 90% dos casos de verrugas (condilomas) genitais (tipos 6 e 11).

fonte: DST

abçs,soninha

14/06/2011

Surto de 'E.coli' na Alemanha mata primeira criança, dizem autoridades

Brotos de feijão em 5 de junho em Berlim (Foto: AP)
 
O surto da bactéria E.coli que atinge a Alemanha matou nesta terça-feira (14) a primeira criança, uma vítima de dois anos que morreu por conta da bactéria na cidade de Hannover, elevando para 37 o número de mortos.

As autoridades de saúde da Alemanha fizeram conexões entre a epidemia, a mais mortal do seu tipo na história moderna, e brotos de feijão contaminados de uma fazenda orgânica alemã que vendeu seus produtos para consumidores e restaurantes.

O principal centro de controle de doenças alemão, o Instituto Robert Koch, disse que o número de novas infecções parece estar diminuindo.

Mais de 3,2 mil pessoas até agora ficaram doentes no surto de E.coli, e um quarto dessas desenvolveu uma complicação chamada Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU), que afeta o sangue, os rins e o sistema nervoso.

Ainda que casos tenham sido diagnosticados em outros países, todos eles foram rastreados de volta para o norte da Alemanha e todos os casos fatais, menos um, aconteceram na própria Alemanha.

A vítima de dois anos, que não teve o nome revelado, passava por tratamento para complicações causadas pelo surto de E.coli no hospital de Hannover, junto com o pai da criança e outros dois irmãos. Não houve declarações sobre as condições deles.


bjs,soninha

31/05/2011

Surto da bactéria 'E. coli' já matou 14 na Alemanha



Bactéria contamina alimentos e provoca doença conhecida como HUS.Problema tende a se espalhar pelo Norte da Europa e se agravar.

Já chegou a 14 o número de mortos pelo surto da bactéria Escherichia coli, na Alemanha, que ainda deixou mais de 300 seriamente doentes. O mal se espalhou para outros países do norte da Europa, e a previsão é que se agrave nesta semana.

"Esperamos que o número de casos diminua, mas tememos que a situação se agrave", disse Oliver Grieve, porta-voz do Centro Médico da Universidade de Schleswig-Holstein, no norte da Alemanha, onde estão sendo tratados muitos dos doentes.

A origem da bactéria é desconhecida, disseram autoridades alemãs na segunda-feira, antes de uma reunião de autoridades federais e estaduais em Berlim para discutir a crise. A maioria das mortes ocorreu no norte do país.

A E. coli foi identificada em pepinos importados da Espanha, mas não está claro se os pepinos foram contaminados ainda na Espanha, enquanto eram transportados ou na Alemanha.

Há 36 casos suspeitos de estarem ligados ao E. coli na Suécia, disseram autoridades, todos ligados a viagens no norte da Alemanha. Um número pequeno de casos foi informado na Grã-Bretanha, Dinamarca, França e Holanda, todos ligados a viagens à Alemanha.

O governo alemão identificou a doença como sendo a síndrome hemolítica-urêmica (HUS), uma complicação séria de um subtipo da bactéria conhecido como E.coli produtora de toxina Shiga (STEC). Em uma avaliação de riscos, o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) disse que o surto de HUS/STEC é um dos maiores do tipo no mundo.

A HUS afeta o sangue, rins e, em casos graves, o sistema nervoso, podendo ser especialmente perigosa para crianças e idosos. Cerca de 60 casos de HUS são informados anualmente na Alemanha, segundo o governo.



bjs,soninha

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