Há seis meses o mundo teve contato com uma das imagens mais marcantes de 2015. Nela estava contado, de uma vez só, o drama vivido pela norte-americana Sarah Whitney, de 31 anos. Na imagem, ela amamenta seu recém-nascido após ter passado, durante a geração, por uma mastectomia.A descoberta do câncer durante a gestação não fez apenas com que Sarah passasse por uma mastectomia. Ela também só conseguiu alimentar seu terceiro filho, Kal-El, por duas semanas devido aos efeitos nocivos que seu leite poderia ter para o bebê por conta da quimioterapia.Seis meses depois, porém, as vidas da mamãe e do bebê seguem firmes e fortes. Sarah continuou a quimioterapia após parar de amamentar e, agora, está em casa se recuperando da fase final da doença. Já o pequeno Kal-El acabou crescendo saudável e está ótimo.“As coisas estão indo bem e estou bastante feliz com isso, mas a questão [de não poder amamentar] ainda me consome. Isso ainda é, até hoje, a coisa mais difícil todos os dias. É um lembrete constante quando eu estou dando mamadeira para o meu filho: de que eu não posso amamenta-lo”, explica Sarah ao falar sobre o drama.Seis meses depois do nascimento, Sarah tem muito a agradecer. As pessoas que agradecerá, no entanto, são desconhecidas. A mãe recebeu ajuda de todos os lugares com envio de doações de leite materno, roupa e também dinheiro. Por exemplo, foram arrecadados R$ 30 mil em uma página de financiamento coletivo, que cobriram despesas nos momentos em que a mãe não tinha como gastar mais.“Eu acho, depois de ter vivido toda essa situação e ter visto também toda a movimentação em torno da minha situação, que a compreensão universal é de que mães e pais devem sempre fazer o que é sempre melhor para seus filhos. E isso é ficar do lado deles independente de qualquer coisa”, conclui ela.Hoje, a foto dos dois é muito mais animada, veja só:
A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes! Florence Nightingale
Cuidar da saúde com amor e alegria!
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23/10/2015
Seis meses após essa foto, mãe, bebê e as duas vidas mudaram demais!
19/05/2015
Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Doação de Leite Materno
A ministra interina da Saúde, Ana Paula Soter, lança nesta quarta-feira (20), em Brasília (DF), a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno 2015. O tema este ano é "Seja doadora de leite materno e faça a diferença na vida de muitas crianças". O evento conta com a presença da atriz e apresentadora Maria Paula, que recebeu, em 2012, o título de Embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, devido ao seu envolvimento e dedicação à causa.
Lançamento da Campanha Nacional de Doação de Leite Materno
Data: 20 de maio (quarta-feira)Horário: 10hLocal: Auditório Emílio Ribas, Bloco “G”, Esplanada dos Ministérios
09/08/2013
Mulheres que amamentam têm menor risco de Alzheimer, indica estudo
Pesquisas anteriores já mostravam que amamentar diminuía a chance de a mulher desenvolver outras doenças.
Mães que amamentam seus filhos têm um risco menor de desenvolver Alzheimer, segundo um estudo recém-publicado pela Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha.
A pesquisa também indicou a possibilidade de haver uma ligação mais ampla entre os dois fatores, já que amamentar pode pode atrasar o declínio da condição cognitiva da mulher.
Estudos anteriores já mostravam que a amamentação reduzia o risco de a mãe desenvolver outras doenças, mas esse é o mais indicativo no que diz respeito a transtornos cognitivos.
O estudo mostra que alguns efeitos biológicos da amamentação podem ser os responsáveis pela redução do risco de se desenvolver a doença.
Os pesquisadores estabeleceram três comparações hipotéticas, entre mulheres que amamentaram e outras que não amamentaram ou amamentaram menos, e verificaram reduções potenciais de até 64% no risco de as primeiras desenvolverem Alzheimer em relação às segundas.
Eles advertem, porém, que não é possível quantificar com exatidão a redução potencial do risco de Alzheimer, por conta do grande número de variáveis envolvidas - como tempo de amamentação, histórico de saúde da mulher, número de gravidezes e casos de Alzheimer na família, entre outras.
Progesterona e insulina
Segundo uma das teorias levantadas pelos pesquisadores de Cambridge, amamentar priva o corpo do hormônio progesterona, para compensar os altos níveis de protesgerona produzido durante a gravidez.
A progesterona é conhecida por dessensibilizar os receptores de estrogênios no cérebro - e o estrogênio tem um papel importante na proteção do cérebro contra o Alzheimer.
Outra teoria se baseia no fato de que amamentar amplia a tolerância da mulher à glicose, restaurando sua tolerância à insulina após a gravidez, um período em que há uma redução natural da resistência à insulina.
E o Mal de Alzheimer é caracterizado justamente pela resistência à insulina no cérebro (e consequentemente à intolerância à glicose), tanto que o mal de Alzheimer algumas vezes é chamado de diabetes tipo 3.
Histórico de demência
Publicada no "Journal of Alzheimer's Disease", a pesquisa analisou 81 mulheres britânicas entre 70 e 100 anos, incluindo mulheres que sofriam ou não desse tipo de demência.
Apesar de os cientistas terem estudado o caso de um grupo pequeno de mulheres, eles garantiram que isso não interfere no resultado da pesquisa, dados os fortes indícios da correlação entre amamentar e os riscos de se desenvolver Alzheimer.
Eles disseram, no entanto, que a conexão entre os dois fatores foi bem menos presente em mulheres que já tinham um histórico de demência na família.
Com base nos dados coletados com as mulheres estudadas, os pesquisadores formularam três casos hipotéticos para indicar o potencial de redução do risco de Alzheimer pela amamentação:
No primeiro caso, na comparação de duas mulheres idênticas, uma que tivesse amamentado por 12 meses teria um risco 22% menor da doença em relação à outra que amamentou por 4,4 meses.
No segundo, uma mulher que tenha amamentado por oito meses após uma gravidez teria um risco 23% menor do que uma mulher em condições idênticas, mas que tenha amamentado por seis meses após três gestações.
No terceiro caso, a redução verificada foi de 64% para uma mulher que tenha amamentado em relação a outra idêntica que não tenha amamentado.
'Doença devastadora'
A pesquisadora Molly Fox, que conduziu o estudo juntamente com os os professores Carlo Berzuini e Leslie Knapp, disse esperar que a pesquisa sirva para estimular outras sobre a relação entre o risco de doenças e o histórico reprodutivo de mulheres.
Fox espera ainda que as conclusões da pesquisa indiquem novos caminhos para lutar contra epidemia global de Alzheimer, especialmente em países em desenvolvimento.
'Alzheimer é o transtorno cognitivo mais comum do mundo e já afeta 35,6 milhões de pessoas. No futuro, a doença deve atingir ainda mais países onde a renda é mais baixa', disse. 'Então é vital que sejam criadas estratégias de baixo custo e em grande escala para proteger as pessoas contra essa doença tão devastadora.'
Além disso, o estudo abre novos possibilidades de se entender o que faz alguém suscetível a esse tipo de demência. Também pode servir como incentivo para mais mulheres amamentarem - algo que muitas pesquisas já comprovam que traz benefícios tanto para mãe quando para o bebê.
02/08/2011
Caderno de Amamentação e Alimentação do Ministério da Saúde
Caderno da Atenção Básica nº 23 do Ministério da Saúde brasileiro que trata de Aleitamento materno e alimentação.
Clique Aqui para saber mais...
beijinhos,
31/07/2011
19/04/2011
Minuto Consciência!
Se você é mamãe ou pretende ser, amamente
e siga o exemplo de Cláudia Leite.
bjs,soninha
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