Cuidar da saúde com amor e alegria!

Cuidar da saúde com amor e alegria!
Mostrando postagens com marcador pênis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pênis. Mostrar todas as postagens

28/09/2013

Câncer de Pênis

Clique na imagem e amplie

Sinônimo e nome popular:

Tumor de pênis, ferida no pênis.

O que é?

Câncer de pênis é um tumor maligno relativamente raro que acontece quase sempre em pacientes com fimose.

Como se adquire?

Pacientes com hábitos higiênicos precários, baixa renda e menor nível social, sem condições de exteriorizar adequadamente a glande.

As secreções retidas em torno da glande são o fator cancerígeno mais provável.

Como se faz o diagnóstico?

A suspeita diagnóstica surge em pacientes com história de úlceras penianas com cheiro forte de esmegma, resistente a vários tratamentos tópicos.

A confirmação diagnóstica é feita pelo exame anatomopatológico da lesão.

O carcinoma epidermóide é o tumor mais freqüente incidindo entre 75% a 90% dos casos.

Como se trata?

O paciente deve ser estadiado para se conhecer a extensão da doença. O tratamento é cirúrgico, devendo se extirpar a lesão com margem de segurança de 2 cm. Os gânglios regionais também devem ser extirpados.

Os casos mais avançados são tratados com quimioterapia.


Como se previne?

Esse tumor pode ser evitado com hábitos adequados de higiene.

As crianças portadoras de fimose devem ser operadas para se ter condições de limpeza da glande.

O carcinoma não ocorre em judeus que se submetem a circuncisão nas primeiras semanas de vida.

Essa constatação vem reforçar a hipótese de que o acúmulo de esmegma exerceria uma ação irritativa no local, o que favoreceria o desenvolvimento do tumor.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Qual a causa do tumor de pênis?
Este tumor tem cura?
Posso ter filhos se eu tiver essa doença?
Esta doença é transmissível?

22/11/2011

FIMOSE


O QUE É? 
 
O pênis é composto por corpo e glande. 
O corpo do pênis é a parte pendente do órgão, tendo na sua extremidade a glande, popularmente chamada de “cabeça” . O corpo do pênis contém os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso que envolve a uretra. Os corpos cavernoso e esponjoso são tecidos eréteis.
Na extremidade do pênis, o corpo esponjoso se dilata formando a glande na qual se encontra a extremidade final da uretra e o meato uretral (orifício uretral).

fimose grau I

A pele envolve o pênis, sendo que, ao chegar perto da glande, ela se destaca e avança por sobre a glande, constituindo o prepúcio. O prepúcio é retrátil, ou seja, quando tracionado, expõe a glande. A incapacidade de expor a glande ao se tracionar o prepúcio é chamada de fimose. 
fimose grau II
A fimose é fisiológica (normal) em recém-nascidos, devido a aderências naturais entre o prepúcio e glande. Com o crescimento do pênis, ocorre uma separação natural entre o prepúcio e a glande. 
fimose grau III
Esse processo é ajudado por ereções que ocorrem ocasionalmente nas crianças maiores. Aos 3 anos de idade, 90% dos prepúcios podem ser retraídos e menos que 1% dos homens tem fimose aos 17 anos.
parafimose
COMO SE TRATA?  
A separação entre a glande e o prepúcio deve ocorrer ao natural. 
Tentativas de forçar o prepúcio nesta separação podem levar a pequenos traumatismos locais com formação de tecido cicatricial. Este tira a elasticidade do prepúcio levando à piora da fimose ou à formação de uma fimose secundária. 
paciente c/fimose grau II
Em crianças maiores (4-5 anos), nas quais a fimose possa estar causando problemas de higiene, com conseqüente balano-postite (inflamação da glande e prepúcio), pode-se aplicar cremes com corticóides a fim de facilitar a tração do prepúcio. 


Nos casos resistentes aos cremes, o tratamento cirúrgico está indicado. 
Em muitos casos, o prepúcio é demasiadamente fechado sobre a glande interferindo no jato de urina. Uma espécie de “balão” se forma na ponta do pênis originado pelo prepúcio dilatado pela urina. A obstrução formada pode levar à infecção local como também à infecção urinária. A cirurgia – circuncisão – deve ser considerada nestes casos.

 
CIRCUNCISÃO 
A circuncisão, também chamada de postectomia, é a retirada do prepúcio que envolve a glande, deixando-a exposta. É realizada de rotina por algumas religiões (judeus e muçulmanos). 
A indicação de circuncisão em recém-nascidos, visando prevenir câncer, doenças sexualmente transmissíveis, infecção urinária e balano-postite, é tema de controvérsia. 
No caso de câncer peniano, verificou-se que somente 2% dos homens com carcinoma peniano haviam sido circuncidados por ocasião do nascimento. 
Entretanto, sabe-se atualmente que não é a presença de prepúcio a origem da neoplasia, mas sim dos hábitos de higiene genital dos indivíduos. 
Em 1989, a Academia Americana de Pediatria concluiu que: 
“... A circuncisão em recém-nascidos tem potenciais benefícios médicos com vantagens, mas também com desvantagens e riscos”. 
Estas conclusões foram reafirmadas recentemente. Além disso, cada caso deve ser individualizado e uma discussão com os pais deve ser efetuada. 
fimose em criança
A circuncisão apresenta uma média de 1,5 a 5% de complicações tais como: 
sangramento,
infecção,
estreitamento de meato uretral,
retirada excessiva ou insuficiente do prepúcio,
assimetria prepucial.

Lesões graves de pênis pelo eletrocautério também foram relatadas.
Fonte: 

Leia,Estude,Pesquise e
CUIDE-SE.


Leia também: O QUISSANGE

04/11/2011

Sexo com animais pode dobrar ocorrências de câncer de pênis, aponta estudo


Assunto tabu, o sexo com animais ocorre em 3 a 4 entre 10 indivíduos de zonas rurais brasileiras e pode ser o responsável por dobrar casos de câncer de pênis. É o que aponta a pesquisa liderada pelo Hospital A. C. Camargo em parceria com outros 16 centros de tratamento de câncer do Brasil. O estudo reuniu 492 homens (171 com câncer de pênis e 374 sadios) – com idade entre 18 e 80 anos – e mapeou o comportamento sexual da população rural do país. O trabalho será publicado na próxima edição do Journal of Sexual Medicine.

Dos entrevistados, 31,6% dos homens sadios e 44,9% daqueles com câncer de pênis já tiveram uma ou mais relações de zoofilia. O número de animais envolvidos mostra que a prática é mais comum no Nordeste do país e que lá predominam equinos. No Sudeste as opções são por caprinos e galináceos.

Uma das explicações para a associação entre o câncer de pênis e o sexo com animais, segundo o urologista Stênio Zequi, é que a mucosa genital do animal é muito queratinizada, mais dura que a humana. “Ela pode provocar microtraumas na mucosa do homem e desencadear o câncer. Outra hipótese é a existência de elementos tóxicos na secreção animal ou de microorganismos capazes de infectar o ser humano”, afirma.

Periodicidade

A periodicidade da prática de sexo com animais variou. Um único episódio na vida foi apontado por 14% dos entrevistados. Duas vezes ao mês (17%), uma vez por mês (15,2%), uma vez por semana (10,5%), três vezes por semana (10%), duas vezes por semana (9,4%), diariamente (4,1%), dia sim/dia não (5,3%).

A maioria dos homens (59%) afirmou manter relações com animais por um período de 1 a 5 anos. A duração deste comportamento durou menos de um ano para 34 indivíduos (19,9%). Já o sexo com animais junto com um grupo de homens foi citado por 29,8% dos entrevistados.

Amputação

Apesar de ser considerado raro (2,9 a 6,8 casos por 100 mil habitantes), o câncer de pênis costuma provocar mutilações. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que são amputados, todos os anos, mais de mil pênis no Brasil.

Zequi ainda alerta. “Se estamos observando um comportamento sexual que causa danos à saúde das pessoas, as autoridades e os agentes de saúde precisam orientar a população. É preciso dizer a esse público: lave o pênis, não tenha fimose, não tenha relaçoes sexuais com animais, use camisinha, etc”, diz.

Sobre a pesquisa

Além do sexo com animais, foram avaliados critérios como raça, idade, idade da primeira relação sexual, história de doença sexualmente transmissível, lesões penianas pré-malignas, fimose e circuncisão, idade da circuncisão, número de parceiros sexuais, tabagismo e história de sexo com prostitutas.

Ainda não é possível afirmar se há um ou mais vírus ou microrganismos específicos envolvidos no processo, nem se a prática pode causar danos às mulheres com quem esses homens se relacionam.

Fonte:YN 
*** O que vou citar aqui não se trata de nenhum julgamento ou preconceito. Eu me pergunto e a vocês: quem é irracional, o homem ou o cavalo, ou a galinha, ou a cadela? Realmente, parece-me que o ser humano está precisando cuidar melhor da sua cabeça, tratar-se.  
Leia, Estude, Pesquise e CUIDE-SE!

09/09/2011

TAMANHO DO PÊNIS


A preocupação com o tamanho do pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas comparações. Entretanto a situação muda quando há início da atividade sexual.

Muitos homens, embora com pênis de tamanho normal, o acham pequeno por várias razões:



- O pênis dos outros é maior.

Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.


- Pacientes obesos reclamam ter pênis curto.

Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.



- Estatura alta e pênis não proporcional.

Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.


- Flacidez peniana e ereção.

Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.


bioplastia: aumento do pênis


O QUE É UM PÊNIS NORMAL?

Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.




O QUE É UM PÊNIS ANORMAL?

Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.



QUAIS AS CAUSAS DE PÊNIS PEQUENO?

Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.



TRATAMENTO

O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.

Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.

CONCLUSÃO

Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.


PERGUNTAS QUE VOCÊ PODE FAZER AO SEU MÉDICO

- Como posso saber se meu pênis é normal?
- Existem maneiras seguras de aumentar o meu pênis se 
eu não estiver satisfeito com o tamanho?



Clique e leia também: 

Leia, Estude, Pesquise e
CUIDE-SE!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...