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14/11/2011

Diabetes tipo 1 e tipo 2: Qual a diferença

Diabetes (também conhecida como diabetes melitus) é uma condição crônica tradicionalmente marcada pelo alto nível de glicose no seu sangue. A do tipo tipo 1 é conhecida como diabetes insulino-dependente (também conhecida como diabetes juvenil), e a tipo 2 conhecida como não insulino dependente (ou do adulto).

No caso da diabetes tipo 1, é o sistema imunológico que destrói as células do pâncreas que produzem insulina, resultando em completa deficiência do hormônio insulina, responsável por quebrar a glicose no sangue e garantir energia ao corpo. Ela normalmente se manifesta antes dos 20 anos de idade, e, infelizmente, ainda não tem cura conhecida. Por isso, a suplementação de insulina é fundamental para que a pessoa tenha uma boa saúde.

Entretanto, pesquisas recentes tem mostrado uma preocupação com o fato de se evitar a exposição ao sol, como sendo um fator estimulador do desenvolvimento do diabetes tipo 1. As mães, portanto, podem evitar esse risco em suas crianças melhorando os níveis de vitamina D com exposição ao sol ou suplementação vitamínica

Já a diabetes tipo 2 , ou não insulino-dependente, é a forma mais comum da doença afetando 90 a 95% dos diabéticos e é completamente prevenível e na maioria dos casos é curável.

Caso você tenha diabetes tipo 2, o seu corpo está produzindo insulina mas não consegue reconhece-la e usá-la apropriadamente. Esse é um estágio que chamamos de resistência à insulina.

Nesse caso, mesmo que a insulina seja produzida, ela é inadequada e, por isso, o açúcar não pode chegar às suas células, se acumulando na corrente sanguínea, causando vários problemas. É por isso que as pessoas com diabetes têm altas taxas de açúcar sanguíneo.

Sabendo disso, podemos dizer que a diabetes do tipo 2 não é a doença do açúcar no sangue como muito se fala. Ela é, na verdade, a doença dos sinalizadores da sensibilidade à insulina e leptina.


Fonte:

Leia, Estude, Pesquise e
CUIDE-SE.

2 comentários:

Luma Rosa disse...

Convivi diretamente com um diabético durante anos da minha vida! Meu enteado tinha muitas hipoglicemia e levava muitas espetadas no dedo durante o dia. Era muito sofrimento. Agora usa um aplicador na cintura, automático. Soninha, a vida do diabético não é fácil, mas era bem pior um tempo atrás. Beijus,

Aureliano disse...

Olá, Soninha!

Muito pertinentes suas postagens sobre a leitura e também sobre diabetes.
Parabéns. Vou indicá-las aos meus amigos blogueiros.
Abraço,

Aureliano

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